terça-feira, setembro 13, 2011

Bienal do Livro do Rio!

Entonces que minha idéia de posts sobre coleções foi pro saco, né? Porque cá estou eu pra falar da Bienal e o MBB já está quase no fim.Mas é isso... Imprevistos acontecem. Aliáis sempre acontecem, né? Porque eu fui pra Bienal com uma lista de livros pra comprar e comprei um mucado de livro (só que desse um mucado só uns 2 tavam na minha lista – oi???). E fui pra ver uma autora que não vi. Mais hein???

Minha intenção era ir dia 10/09 pro lançamento de “Minha Vida Fora de Série” da Paula Pimenta e dia 11/09 pro debate e pra sessão de autógrafo do Eduardo Spohr (autor de “A Batalha do Apocalipse” e “Filhos do Éden”). Só que como eu já tinha comprado o livro da Paula antes de viajar num pré-lançamento que teve aqui e como tinha muita coisa pra se ver na Bienal, desencanei. Usei o dia 10 pra conhecer a Bienal com calma e dia 11 ficamos em função do Eduardo Spohr mesmo. Vamos pra sessão de fotinhos:



Eu queria morar no estande na Intrínseca. Além de ser um dos mais bonitos, tinha umas promoções bacanudas.



“Sussurro” e “Crescendo” não estavam na minha lista, mas eu tinha vontade de ler. Comprando os dois lá ganhava esses dois bottons.



Ainda no estande da Intrínseca comprando “Um Dia” e mais um livro qualquer do estande ganhava essa eco-bag linda. Escolhi “Antes Que Eu Vá” que não tava na minha wish, mas eu tô com MUITA vontade de ler esse livro (apesar que a capa eu não acho das melhores). E acabei levando também “O Segredo de Brokeback Mountain” que tava R$ 4,00 (e eu adoro o filme).



Queriamos entrar no Sr. Panini, mas tava sempre cheio.



Tinha essa mega estátua do Lanterna Verde no estande do Sr. Panini. Fiquei babando.



Mega poster de Relíquias da Morte no estande da Rocco. Podia tanto ser da Ordem da Fênix. Rs. As fotos foram ficando esculhambadas porque né? Carrega livro, vê estande, bate foto, fome, sono, sede.



Mais livrinhos comprados na Bienal. Desses só “Glee, o Início”, “Cupcake” e “A Caixinha de Pandora” e “Insaciável” (que eu já tô lendo e adorando) estavam na minha lista. “Caverna do Dragão” quase surtei quando vi. Pelo que entendi é uma fic enorme. E “Educação” é um filme que eu gosto a beça.



Mais livrinhos de HP. Podem começar a chacota com a minha versão francesa de “Os Contos de Beedle, o Bardo”. Rs



Vai comer? Da-lhe livro também. No dia 9 a tentativa de almoço nos levou ao Habib’s. O hamburguer, batata e refrigerante ganhava um bichinho (aleatório) e um livrinho. Adorei a joaninha azul.



E tacharam: falei que queria “Filhos do Éden”. Olha ele aqui e autografado pelo Eduardo. Fiquei com dó dele quando vi o tamanho da fila de autógrafos. A gente ficou uma hora e cinquenta minutos na fila. E tinha mais um mucado de gente atrás da gente.

O “Conexão Jovem” foi muito legal. O Eduardo foi muito simpático, a galera fez umas perguntas legais. Foi tranquilo. Achei o metodo de distribuição de senha mais organizado que em certos teatros que a gente paga pra entrar. E fiquei com MUITA vontade de ler “Filhos do Éden”.





Dri e Luly, obrigada pela companhia nessa aventura chamada bienal.
Os marcadores de página, cards e livretos que eu tenho para troca estão em Marcadores que Chovem.
Meu beijo,
Odeth

domingo, agosto 14, 2011

Marcando os livros!

Vamos lá. Finalmente parei e sentei... rs. Finalmente um post que NÃO é sobre Harry Potter (hehehehe). Tô aqui pra falar de marcadores de páginas. Por onde começar? Bora começar por onde não tem sentido nenhum: o MBB. O MBB tá chegando. O que jacaré tem a ver com peixe? Nada. Mas calma que tudo tem sentido nesse blog (ou não). A vibe de falar do MBB nesse post é porque estou escrevendo um post sobre o dito cujo (aguardem no “mei” de setembro um post bonecal). E como o MBB é um concurso de dolls COLECIONÁVEIS: o gancho é esse. Na verdade a intenção é fazer de uma série de itens colecionáveis até o dia do post do MBB (que eu não sei onde raios eu enfiei meu caderninho com datas, mas olha a coencidência o dia do post do MBB coencide com o fim do MBB... rs).

Mas chega de fazer gracinha. Bora parar de MARCAR touca e parar com essa “embromeichom” (hã, hã, marcadores, marcar)... É melhor parar com esse festival de piada ruim porque, né? Eu herdei da minha mãe esse dom (isso é dom?) de colecionar. Falou que a tranqueira é colecionável, já fico animada. Eu ao menos tento (perceberam a intenção do tento, né?) colecionar umas coisas mais uteis que minha mãe (que por exemplo colecionava cinzeiro e nem fumar ela fumava – oi???). Confesso que algumas tem suas utilidades (como a de marcadores), mas outras (como a de dolls) tem utilidade nenhuma. Rs.

A vibe de colecionar marcadores começou porque eu gosto de ler e coleciono livros. Não sei a partir de quantos eu já passei a chamar de coleção, mas hoje em dia eu tenho um número razoável. Foto da coleção:



E nessa foto nem estão todos. Deixei alguns especiais pra colocar em fotos separadas.

Minha livraria preferida é a Cultura então eu tenho um carinho grande pelos marcadores de lá:



Sempre que tem marcador novo de lá eu fico empolgada. Alguns outros também são mega especiais na minha coleção:



O De HP nem precisa explicar, né? Rs. O do Iluminado (El Resplandor) eu adoro o filme, sou louca pra ler o livro (por causa de Friends – é o livro que o Joey coloca no congelador) e o marcador é de Buenos Aires. O vermelhinho de chocolate eu comprei na Virgin (faz som de choro ao pronunciar isso), que era uma loja que eu gostava MUITO e infelizmente a loja fechou. Marcador de Fazendo Meu Filme da Paula Pimenta, que é uma coleção que eu gosto muito. O do koala foi presente da da fofa da Cacau. O do Cazuza é porque eu AMO Cazuza. Ironia é porque eu gosto muito do livro. Leitura para Todos porque é de um projeto que eu gosto muito. Da Lucy com o Snoopy foi feito e eu ganhei de presente da queridona da Maricota. O do California Coffee é da época que eu ia muito lá. E do Estranho Mundo de Jack é porque adoro o filme.

E esses dias chegaram os marcadores que eu troquei com a Clícia. Aqui no blog eu coloquei a listinha de alguns marcadores que eu tô querendo e por um acaso a Clícia do Silêncio Que Eu Tô Lendo tinha dois dos marcadores que eu tava querendo. Propus a troca pra ela e ela topou. Adoro o blog dela e ela foi super fofa. Chegaram super rápido.



E ela ainda me mandou essas folhinhas lindas. Super foram pra coleção de folhinhas decoradas 



Esse de Harry e Seus Fãs eu adorei o formato dele. O livro em si ainda não li, mas me prometi que é o próximo livro que eu vou começar a ler (em setembro – depois que o MBB acabar). Porque eu tô com uma lista de 24 livros pra ler (isso sem contar o Bandido – tipo a minha resolução de ano novo, né? Daqui a pouco o ano acaba e eu vou continuar chupando o dedo. “Obrigada” Toninho Vaz) e mais dois pra reler e a fila não anda porque, né? Eu encasqueto daqui e encasqueto de lá e tô lendo 4 livros ao mesmo tempo. Rs. Daqui a pouco não sei mais do que se trata o que, né?



A tcharan: A Batalha do Apocalipse do Eduardo Spohr, que a galera que acompanha o Nerdcast há mais tempo conhece ele como Vince Glotto. E com o lançamento de Filhos do Eden (volume 1) eu já tô querendo livro e marcador do mesmo. A Batalha do Apocalipse é um dos 24 livros que tão na fila de leitura, mas eu se possível queria ler antes da Bienal, mas acho que não vai rolar...

Acho que era isso. E você, gosta de colecionar o que?
Meu beijo, Odeth

PS: Feliz dia dos pais pra todos os pais (em especial pro meu)!

segunda-feira, agosto 01, 2011

Yates e as mulheres!

Bora lá... Isso aqui já até tá ficando chato. Tá parecendo que é um blog só de HP ou um blog anti-Cinemark, mas fazer o que, né? Foram 14 horas (é... e eu tava achando que as 6 horas do dia da compra do ingresso eram muito... rs). Eu até tava escrevendo um post sobre filmes que eu não recomendo (que eu nem sei se vou ter coragem de postar), mas o dedinho tá coçando pra falar do filme. (O post terá spoleirs do livro e do filme)

Mas vamos lá. Antes quero falar da minha relação com o livro e com o diretor, David Yates. Primeiro: o livro. Relíquias da Morte tá bem longe de ser meu livro preferido. Aliáis é um dos que eu menos gosto. E eu quando terminei de ler, terminei até bem. Só revoltada com a morte da Tonks. 3 meses depois que tinha terminado de ler o livro, ainda tava revoltada. Dai pra frente tudo passou a me revoltar. Desde “eu abro no fecho” até Narcisa Malfoy. Adicione a isso eu ser uma pessoa louca por vilões e Voldemort é simplesmente o pior vilão de todos os tempos. Trabalhei a frustração. Bellatrix ao menos está lá pra salvar a honra dos vilãs (essa sim impõe respeito no mundo dos vilões). A primeira parte do livro (mostrada em Relíquias da Morte – parte 1) até me agrada. No entando a guerra em si... Enfim... Não tamo aqui pra falar do livro, mas sim do filme. A idéia era só dizer que pra mim não é um dos melhores da saga. O que me leva ao livro que eu gosto...

... Ordem da Fênix! Esse sim é meu livro preferido. Dá voltas e voltas no quarteirão, mas eu gosto a beça. Gosto da relação dos persoangens, gosto porque a Luna aparece e gosto porque é nele que damos tchau pra Sirius Black. E olha a coencidência: Ordem da Fênix foi o primeiro filme dirigido por David Yates. E tcharan... O filme ficou uma bosta. Na verdade eu amava a direção de Chris Columbus (A Pedra Filosofal e A Câmara Secreta) e posso dizer que Affoso Cuarón (Prisioneiro de Azkaban) mandou bem. Desde a direção de Mike Newell (Cálice de Fogo) os filmes passaram meio a ser uma esculhambação. No Enigma do Príncipe meu problema com David Yates permaneceu. O filme ao todo não acho dos piores, mas a cena que eu acho mais linda no livro foi prejudicada no filme pela falta de um personagem (a cena do banheiro – que no filme arrancaram a Murta da cena).

Por isso David Yates pra mim sempre foi sinônimo de torcer o nariz. No entanto quando assisti Relíquias da Morte – parte 2 ele fez valer o ditado que diz que “a prática leva a perfeição” porque eu nunca vi um leite de pedra tão grande. 3 filmes dirigidos por ele da saga que não gostei, mas bastou um MUITO BOM preu ficar fã. Me arrisco a dizer que foi o maior leite de pedra da história do cinema. Porque eu já tava indo pro cinema com a batalha vencida. Depois que assisti ao trailler umas 200 vezes nas 12 horas que eu fiquei na fila da pré eu tava certa: o filme ia ser uma bosta. E não é que não foi. A explicação? Duas palavrinhas: Maggie Smith.
De maneira alguma tiro o merito dos outros atores. Principalmente de Alan Rickman e de Matthew Lewis que são atores que cujo os personagens tem mais destaque no filme depois de Dan, Rupert e Emma. De maneira alguma tiro o merito deles, mas o brilho e a estrela desse filme é Maggie Smith.

Quando foi que eu me dei conta disso? Quando fui ver o filme na estréia. Epa, epa, epa. Pera lá. Na pré eu sabia que tinha algo estranho na cena da luta da Minerva com o Snape onde eu me vi na cadeira do cinema quicando torcendo pela Minerva. Tendo em vista que Snape é meu personagem preferido no filme e que Minerva tá bem longe das personagens preferidas e “i hate gryffindor” (na verdade gosto de qualquer casa que não seja grifinória...rs). Quando fui assistir o filme na estréia a resposta estava lá: o cinema inteiro gritando Maggie Smith na hora em que ela apareceu. Maggie é incrível. Ela rouba as cenas numa classe incrível. “I’m Maggie Smith fan”. Fodastica. Linda, linda, linda! Sou fã mesmo dela.

Comentários que eu tenho a fazer sobre o filme:
1- Tiraram a cena que eu mais queria ver, mas substituiram por uma melhor. O que eu mais queria ver era Harry Testa Rachada Potter metido a engraçadinho. E como o beijo de Ron e Herminone foi transferido pra Câmama Secreta, não tivemos o momento “comedian” de Harry. Pra compensar tivemos Harry dando um passa fora em Aberforth que eu AMEI (Alvo mora em meu coração para todo o sempre, mas ergh Aberforth).

2- David Yates me fez gostar de Harry Testa Rachada Potter. Não gosto do personagem nos livros e em nenhum dos filmes, mas em Relíquias da Morte – parte 2 o bendito me cativou.

3- Finalmente um filme de Harry Potter onde Gary Oldman aparece e eu não tô com ódio do personagem dele (ok o fato dos dois personagens que eu mais odeio de toda a saga,Lily Evans e James Potter,estarem do lado dele ajudaram).

4- O poder de convencimento de Alan Rickman. O maquiagem dele tava escrota a beça, mas quando o ator é foda não tem o que derrube ele. AMO Snape, mas eu entendo que é um personagem que tinha que morrer. A morte do Snape no livro não me afetou tanto quanto a cena no filme. Alan Rickman rocks :)

5- Achei bom a ladainha da história da Ariana ser semi-cortada do filme. Desnecessária essa vibe Rita Skeeter do Aberforth de ficar queimando o filme de Alvo. Enxergo o lado escroto de Dumbie e amo ele assim mesmo.

6- Tem coisas que eu simplesmente não entendo. Antes era um tal de “não entendo de onde os fãs tiraram que Neville tinha que ficar com Luna” e só porque o cara é David Yates ele pode fazer o que quiser com os personagens. Ah pode não. Porque, né? Dumbledore é gay. Oi???? Quer dizer no poderoso Dumbie ninguém pode mexer, mas nos personagens ralé tá tudo tranquilo. Reduziram o herói da saga a ralé. “Bom, muito bom”.

7- Por que raios colocaram a morte do Fred depois do Snape? Quando o cinema inteiro tava chocado com o poder de convencimento do Alan Rickman quando de repente muito de relance aparece um Fred caindo.

8- Voldemort comedian foi massa. “Hehehehe”. Já que tio Voldie meio que fail como vilão, bora colocar ele como comediante. Ele abraçando o Draco foi “mara”. Alguém no Tumblr comparou o abraço dele no Draco com os abraços do Sheldon (Cooper) na Penny (TBBT). Não é que faz sentido. E Draco é loirinho igual a Penny. "Hehehe".

9- Pra que eu vi Tonks e Lupin mortos se Voldemort virou porpurina depois??? Oi? Qual a vibe? Nagini virando fumaça eu até entendo, mas...

10- Fodastica a interpretação Helena Bonham Carter como Hermione. A mulher é foda. Simples assim. É até ironico que numa saga onde a maioria dos personagens de maior relevância são masculinos, as atrizes que tem destaque. Helena Bonham Carter, Maggie Smith, Julie Walters, Natalia Tena, Helen McCrory e a tchuca da Evanna Lynch estão de parabéns. Esse filme pertence a elas.

Acho que era isso...
Beijo, beijo, beijo, Odeth

domingo, julho 03, 2011

#CinemarkSucks

O @cinemarkoficial fazendo a gente trabalhar a frustração!

Opa. Outro post sobre HP. Esse post era pra ser sobre desenhos animados, mas abafa. Porque o tumulto graças a organização (ou a falta dela) do Cinemark MERECE um post. Rapá, eu nem sei por onde começar. Parecia um revival da parada Disney. Fraga aquela zorra organizada que você não tem a menor idéia de onde isso vai parar? Então, foi mais ou menor isso.

10:07h da manhã eu coloquei meus pés naquele shoppingzinho de “merlim” (pra não falar outra coisa – ATENÇÃO: ESSE POST CONTÉM TROCADILHOS INFAMES). Encontrei las chicas (Luly e Daninha) na entrada. Subimos a passos largos. Chegamos na porta do Cinemark e já tinha uma filazinha com umas 10 personas (Dobby entre essas pessoas). Ai tava tudo indo bem. A mocinha disse que ia vender ingresso e tava todo mundo sorrindo feliz e contente muito confiante. Mas eu sabia que ia dar merda.

Eu simplesmente sabia. Porque no dia anterior, passei lá pra saber informações e tcharam. A moça que conversou comigo até queria me dar informações, mas ela tipo sabia NADA. Simples assim. Ela só faltou virar pra mim e me perguntar quem era Harry Potter (pra se ter uma idéia do nível da situação). Por ai eu senti a merda caminhando a passos lentos em direção ao ventilador.

Ai eu tô é sendo super bondosa porque a coisa foi na velocidade the flash em direção ao ventilador. As 11 horas abriu o caixa do Cinemark com a notícia: a venda dos ingressos era só pra estréia, não ia ter pré. Oi? E tava escrito no site do Cinemark por que? E a mocinha do dia anterior me mandou acompanhar tudo pelo site do Cinemark por que? Esquizofrenicos. Ai o homé do caixa com cara de miguxo falou que ia conversar com a gerente. A gerente falou que ia ligar pra central da Cinemark em São Paulo e pra Warner (oi? Ligando pra Warner? Oh moça “num” quer ligar pra J.K. Rowling também não pra saber se ela deixa a a gente assistir o filme do livro dela? Aproveita e bate um fio pro Tom Felton e fala que eu quero uma casa no campo com ele me servindo... Aff... Noçãooooooooooo???) pra ver se resolvia a situação toda e as duas horas da tarde (EU DISSE DUAS DA TARDE) de repente começar a vender o ingresso.

Ai começou a palhaçada toda. Primeiro que o shopping inventou um negócio que não podia formar fila. Oi? Cuma? Então tá. Da próxima vez que eu for naquele lugar, vou parar na frente do Cinemark e vou arrumar uma baterna por causa das pessoas que tiverem na fila pra comprar ingresso pra qualquer filme. Ue, não pode fazer fila no shopping. Tudo bem. Seguindo a confusão. Nos organizamos... na verdade a Fabi (a nossa ministra da magia) nos organizou e fez uma lista de quem tava na fila do caixa na sequência. Pra que quando os ingressos fossem liberados a gente soubesse quem tinha chegado antes. E nisso burburinhos sobre os ingressos. Conversas pra lá e pra cá. O que eu não entendi foi a vibe da gerente do Cinemark tava fazendo disfarçada de vendedora de pipoca. Quem aquela mulher queria enganar? Eu hein???

Era quase uma da tarde, Daninha, a Bárbara e eu fomos nas Lojas Americanas comprar chips pra topear a fome. Quando a gente voltou a confusão tava armada. Uma fulana que chegou horas depois por conta própria decidiu formar uma fila pra na hora que vendesse os ingressos, ela comprar. Ah quer dizer que o povo que tenta se organizar fazendo lista não pode fazer fila, mas a outrazinha PODE??? Que critério é esse do shopping? Ai eu sei que duas da tarde nada tinha sido resolvido. Eram tipo 2:20h e alguém tava nas máquinas e soltou a informação que tava vendendo. Foi de uma hora pra outra quando viram um mané sair do caixa com um bolo de ingressos. Sem sacanagem: os ingressos esgotaram em cinco minutos. Foi um desespero geral. Um mucado de gente desesperada chorando. Só que eu tava achando tudo muito estranho. Como esgotou tão rápido? Oi? Coca-Cola no deserto.

A explicação veio logo em seguida. Quando soltou a informação de que estavam vendendo os ingressos, a nossa ministra Fabi foi lá falar com a gerente (ainda disfarçada de pipoqueira – oi? Qual é a vibe gente?) e mulher mandou travar 30 ingressos na hora. Nós eramos uns 60 aquela altura (e algunas ali iam comprar mais de um ingresso), 30 ingressos super iam resolver a nossa situação. #IroniaModeOn Achei uma “puta falta de sacanagem” com o povo que chegou cedo e ficou um tempão lá esperando pra sair de lá de mãos abanando. Nós não somos trouxas, não. Eu por exemplo pertenço muito bem ao mundo mágico, sou Luna Lovegood (piadex sem gracex pra descontrair rs) Ai compramos nós os 30 primeiros que chegamos e que ainda queriamos os ingressos (por que quem ia querer ver o filme sozinho? Apesar que aqui eu faço uma observação. Depois de horas, ninguém mais ali tava sozinho. A gente se irritou, se descabelou, sentiu dor no pé, mas conhecemos pessoas MUITO LEGAIS).

Agora a partir dai as coisas começaram a funcionar. O potinho de bala que eu tinha comprado nas Lojas Americanas virou cofrinho. Lá a Luly arrecadou a verba pra comprar os ingressos enquanto a ministra Fabi ia anotando os nomes de pago na lista. Depois fomos pro banheiro contar o dinheiro. Onde eu sentei no chão porque lá o segurança não podia me expulsar (porque sim, fomos expulsos do shopping umas não sei quantas vezes). As 16h a gente finalmente conseguiu os ingressos.

Nossa, mas foi com muita gente legal que a gente prosiou. Teve o menino do Marista que a gente não perguntou o nome, mas que ficou conversando com a gente um tempão. A Evelyn tava com a gente desde o começo (ela tava atrás da gente na fila no começo). Nossa ministra Fabi e o Gil foram guerreiros lutando pelos nossos ingressos. O Dobby sempre mega fofo! As meninas super legais Bárbara, a Fran, (as primeiras da fila), a Ana e a Paula (que tocou bateria no meu ipod rs). Teve também os meninos, o Thiago e tinha um menino com uma blusa linda do Lanterna Verde. Foda minha memória de peixe... Teve mais gente, mas não tô lembrando agora. Valeu galera! Tirando o stress, o sabadão foi divertido.

Meu beijo, Odeth

Ingressos na mão!

segunda-feira, junho 27, 2011

As Dobbas!

Esse domingo teve evento de HP na Leitura e lá fomos nós @centoeoitar. Era por isso que no Poupée eu tava com roupa de Luna... rs. Fomos Luly, Dri, Daninha e eu.



A “embromeichom” só pra contar que arrumei uma roupa igual a da Luna no Poupée e não jogar isso assim aleatoriamente... rs.

Teve bate-papo, jogos e concurso de cosplay (e eu não fui vestida de Luna de novo por que mesmo? Tsc, tsc, tsc... Abafa essa parte)...



Propaganda do evento.

Foi muito divertido. Ri horrores com os jogos. Encontrei uma amiga que não via há tempos. As minhas fotos ficaram péssimas no último, então as fotos que eu “xuxar” aqui as fotos que a Luly tirou lá (Thanks Helper!).



Livros que deram como brindes cedidos pela Editora Rocco, garrafinha de suco de abóbora (blergh – pior suco EVER) e a caneca de cerveja amanteigada.



Chapéu seletor e mais livros pra gincana. Eu adorei essa decoração.



A mesa completa. Não consegui um marcador de página, mas tenho a foto dele. Ah rá. Como diria Adão, trabalhando a frustração, né? Era o que eu mais queria: o marcador...



O cálice de fogo pronto pra sortear um nome de um campeão. Não sorteou meu nome porque a Luna não participou do tornei tribruxo... Huahuaahauahauah



Grifinória, Corvinal, Lufa Lufa e Sonserina.



Pra variar surtei com os maravilhosos bottons do Gil (Ser Fã). Tenho Luna e Snape pra tudo quanto é lado agora.



E ainda comprei esse chaveirinho fofis no evento da CKarts.

E conhecemos no evento o @Riberjhon que deu pro @centoeoito o apelido de Dobbas porque demos um “esparro” (esparro, xuxar – daqui a pouco vou ter que vai um glossário pro povo me entender nesse blo... rs) quando vimos um mini-Dobby na Leitura... rs.

Zilhões de smacks,
Odeth

sábado, junho 25, 2011

Ai pode!

Fazia um tempinho que eu tava querendo um lugar pra ouvir música. Desde o trágico acidente do meu mp3 em B.A., mas abafa que eu não quero nem lembrar disso. Eu até então tava ouvindo música no meu celular, mas o bichano sismou em dar pau nas músicas (helloooooo Odeth, celular é pra fazer ligações e não pra ouvir música). Fui com a Dri comprar o ipod dela e me como eu tava carecendo de um, comprei um preu. Eu empolguei a beça. Já coloquei mais de 700 músicas (tá imaginando 700 músicas da minha falta de gosto musical? Imagina não, que dói rs), 47 videos e já coloquei e tirei um mucado de aplicativos. Como não é em todo lugar que tem wi-fi, optei pelos aplicativos mais pelos aplicativos que não carecem de internet. E ai é só no teste-drive mesmo porque o site não avisa qual carece e qual não carece. Dos que eu coloquei poucos são uteis de verdade, mas fiz aqui uma seleção dos meus preferidos.



1- La PhotoCabine: Essa dica peguei com a Dri no post que ela fez sobre os aplicativos do ipod. Simplesmente adorei. Tira 4 fotos seguidas. Igual aquelas máquinas que a gente vê em filme.

2- Moleskine: A boa e velha (não tão velha, mas é que caderninho dentro da bolsa é sim um hábito antigo rs) Moleskine no seu formato digital. Tô apanhando um cadim dela, mas pelo menos não tô juntando papel na bolsa... rs.

3- ShopShop – Shopping List: Pra fazer lista de compras. Boa pro povo daqui em casa. Que sisma de ir no supermercado por exemplo comprar batata ai volta com detergente, laranja e saco de lixo... Enfim... Tudo: menos o raio da batata.

4- Cool Photo Colage: Pra fazer fotos panorâmicas. Muito legal.

5- IPaciência Free: Lembrei do meu avô, que amava jogar paciência. Versão virtual. Adorei.

6- Disney Worls Wait Times, Dining and Maps Free by UndercoverTourist.com: Mapas dos 4 parques Disney de Orlando. Adeus aquele monte de papel amassado na pochete.

7- My Check Please!: Esse é la pra fora. Nos EUA a gente paga a porcentagem do garçom um cadim mais caro e paga conforme o atendimento. Esse aplicativo calcula as porcentagens que você pode dar ao garçom lá.

8- Relax Melodies: A white noise ambiance for sleep, meditation & yoga: São sons pra dormir, meditar e fazer yoga. O que eu mais gostei é que tem vários tipos de barulho de chuva (@meninaquechove gradou).

9- Friends: O mais inútil de todos com certeza, mas é super divertido. São falas conhecidas dos personagens de Friends.

10- The Encyclopedia Of Back To The Future: Ok. Não tem muito sentido eu ter colocado nos preferidos, já que meu inglês é péssimo e a legenda é em japonês (oi... se o inglês é ruim, imagina o japonês... rs), mas tem um trailer, vá... De Volta Para O Futuro rocks.

11- Resta Um: Olha o jogo inútil na área. Adoro Resta Um.

12- ZombieBooth Lite: Esse se não me engano vi uma vez o @azaghal mostrar em um dos NerdOffice do Jovem Nerd. Se não me engano ele disse que era pra praticar o desapego. Transformando os amigos em zumbies. Rs. E é isso o que o aplicativo faz: transforma as fotos comuns em zumbies.
13- Jogo da Memória do @vaisonhando: Joguinho da memória básico. Tem a versão fácil e a difícil.

14- Camera Art FX Free: O que eu achei mais legal de todos. Filma e bate fotos em diversos tipos de cartoons.

15- Universal Orlando Maps Free: Mapa da Universal. Na verdade errei o aplicativo. Esse só tem o da Universal. Tem um outro que tem o da Universal (Orlando) e do Islands Od Adventures no mesmo aplicativo.

16- MiniSketch: Ok, eu fui uma das 200 milhões de crianças frustradas com Sketch na infância. Agora sou uma adulta frustrada com a versão virtual. Maneiro, né?

Bjim,
Odeth

sexta-feira, junho 24, 2011

Mozart e Beatles!

Esse post é sobre o mundo da música na tela do cinema e nas páginas de um livro. Quantas vezes eu já disse que eu não tenho gosto musical? Aqui no blog acho que nenhuma, mas isso tá gravado no perfil do meu Orkut:

“5- Eu sei: eu tenho um gosto musical inexistente, gosto de literatura de mulherzinha e um gosto cinematográfico que beira o bizarro. Se veio perder seu tempo me falando isso, não se incomode, eu sei disso tudo...”

E embora esse post seja sobre música, eu tô mais aqui pra falar sobre o meu gosto pra literatura de mulherzinha. Já já eu explico. Seguimos falando do gosto musical “tre bizarre” da “persona” que vos escreve. Sendo que meu gosto musical não é lá uma coisa bem definida, tô sempre querendo alcançar novos rumos. Reumindo: eu vou aonde o vento me leva. E o vento me levou a um filme sobre Mozart e a um livro que cita música dos Beatles.

Hello, Odeth! Explica essa história direito. Não foi bem assim que as coisas aconteceram. Conta tim-tim por tim-tim essa “embromeichon”.

Minha conciência não me deixa em paz mesmo, né? Vamos lá entonces. Lembram da época que a MTV era boa? Não? Coêncidência, nem eu! Mas enfim... A galera que é mais novinha não vai lembrar disso, mas houve uma época que sim, a MTV era um canal legal. Muito antes dela virar esse lixo que é hoje em dia. Não vão me pedir pra minha memória de peixe lembrar o ano, na época que a MTV era a tv mais legal do Brasil (oia eu forçando a amizade) a Astrid (Fontenele) apresentava um programa chamado “Pé na Cozinha” (se não me engano foi um dos último programas que ela apresentou lá) onde recebia um (ou mais – no caso dos Titãs eles foram divididos em dois programas) convidado e fazia um prato na cozinha e depois comiam. Simpático o esquema.

Um belo dia no programa estava o senhor Fernando, vulgo Dinho Ouro Preto (aquele moço que é vocalista do Capital Inicial rs) falando de um filme chamado “Amadeus” que fala sobre a vida do Mozart. Eu claro não ia dar muita confiança pro assunto. Não sou “apegada” a música clássica (o que dirá a Mozart – aliáis depois do filme cada vez menos apegada a Mozart, mas abafa), mas não fosse o senhor Fernando comparar ele a Antônio Salieri e Mozart a Renato Russo (“guardado as devidas proporções” – palavras do prório Dinho) que meu dia tava “estragado”. Eu tinha que ver esse filme de qualquer jeito. Fã da Legião é foda. Mozart não tem nada a vê com Renato, mas eu estava disposta a ver o raio do filme só por causa da comparação do Dinho.

Há um tempo atrás (uns dois anos – huahaauahaua – olha o exagero do ser humano) eu vi esse filme pra vender em promoção nas Lojas Americanas. Comprei, mas fiquei um tempão enrolando pra ver (talvez fosse medo por causa da comparação). Esses dias (semana passada) finalmente assisti ao filme. Depois que eu falar de como achei o livro que tem citações de músicas dos Beatles, eu dou meu parecer sobre o filme e sobre o livro separadamente (pra não virar uma zorra).

Descobri meio por um acaso que a Paula Pimenta tinha feito um blog para divulgar os blogs que faziam posts sobre a serie de livros dela, o blog tem o mesmo nome dos livros: Fazendo Meu Filme (ainda vou fazer um post sobre os livros dela) e por lá cai no maravilhoso mundo dos blogs sobre livros. É um mundo a parte mesmo. Visitei um mucado de blogs mesmo. Linkei os que eu mais gostei numa sessão nova daqui do blog que eu chamei de “Palavras” (é só procurar aqui do lado nos links). E fiquei sabendo de uns livros novos. Um dos livros que me chamou atenção a sinopse foi o “Lonely Hearts Club” (e eu confesso que adorei a capa). Confesso que eu não sou lá fã dos Beatles. Adoro Yellow Submarine por causa do filme e só. No entanto fiquei curiosa com o enredo... Enfim, lá fui eu ler o livro pra saber. Agora no post musical o filme e o livro em mais detalhes separadamente:

Bom… Vamos lá. Depois que eu assisti ao filme, entendi porque levei tanto tempo pra asssistir. Não é um filme que você tá lavando louça e de repente você pára pra assistir. “Amadeus” é um filme que você tem que acordar com o espírito dele. Não só porque é um filme longo (são 3 horas), mas por causa da música e por causa da carga emocional que o filme trás. O filme conta a vida do compositor Mozart. E seria um filme biografico qualquer se não fosse o ponto de vista abordado pelo filme. Em “Amadeus” vimos a vida de Mozart sendo contada por Antonio Salieri, que era outro compositor da época. E Salieri odiava Mozart (normal – assistindo ao filme, eu começei a odiar Mozart), mas o curioso é que ao mesmo tempo que ele odiava, Salieri admirava Mozart. Salieri antes de tudo reconhecia o talento e a genialidade de Mozart. O que me fez lembrar o fã que matou John Lennon (por isso achei que cabia num post Mozart e os Beatles – não só pela música – essa relação de amor e ódio que a genialidade trás). E Salieri de fato (segundo o filme) chegou a planejar a morte de Mozart. As vezes o espectador tem as mesmas sensações que o padre para qual Salieri conta a relação dele com Mozart. É como se isso nos transportasse pra dentro do filme. E isso é fantástico. Salieri é fantástico. A cena em que ele se rebela contra Deus por causa da então genialidade sem sentido de Mozart é forte, impactante. É de mexer com nossa espirituosidade. Sensacional. Todas as estrelas do mundo pro filme. E a curiosidade inutil é que quando Salieri resolve ir “pro lado negro da força” (se é que eu posso dizer isso de fato), ele envia anonimamente uma empregada pra casa de Mozart paga por ele pra vasculhar a vida do rival, essa empregada era vivida por ninguém mais, ninguém menos pela na época jovem Cynthia Nixon (a atriz que anos mais tarde ficou conhecida como a Miranda do seriado “Sex And The City”). Só sei que terminei o filme declarando que amo Antonio Salieri. Simples assim.

Informações:
Duração: 160 minutos
Gênero: Drama
Classificação: 14 anos (contém confitos psicológicos)
Ano de lançamento: 1985
Sinopse pelo Filmow:
“Amadeus é uma adaptação da peça sobre a vida de Mozart, o gênio da música.
A história foca em Salieri (Abraham), músico contemporâneo de Mozart (Tom Hulce) que, ao mesmo tempo em que admira e inveja o talento do compositor, o despreza por seu comportanto grosseiro.
Salieri se pergunta por que Deus deu tamanho talento a alguém tão vulgar, enquanto ele, esforçado e devoto, está tão aquém de tal genialidade.
A inveja torna Salieri um rival, disposto a usar sua influência na corte de Viena para sabotar Mozart.”

Yepi: literatura de mulherzinha de primeira qualidade, mas sim: literatura de mulherzinha. Conforme o tempo que tiver pra ler, se lê rapidão. Só não li mais rápido porque me envolvi tanto e não queria que o livro acabasse nunca. Confesso: chorei horrores. A história e o final são mais do que previsíveis, mas não deixam de ser emocionantes. O livro conta a história de uma uma menina cujo os pais são fãs dos Beatles e batizaram as 3 filhas com nomes de músicas da banda. A menina chama Penny Lane. Após pegar o namorado com outra, Penny resolve criar um clube baseado no álbum dos Beatles (já que ela mesma também é fã): “Lonely Hearts Club”. O clube que inicicialmente só tinha ela, vai crescendo e incomodando os garotos do colégio e até o diretor. O intuito do clube é se divertir com as amigas, sem precisar dos garotos que só lhe partem o coração e atrapalham a vida. Óbvio que no meio disso tudo ela se apaixona. O livro trás citações de músicas dos Beatles. Emocionante. Terminei de ler o livro com vontade de ouvir “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”.

Informações:
Autor(a): Elizabeth Eulberg
Tradutor(a): Marina Vargas
Editora: Intrínseca
Ano de Lançamento: 2011
Número de páginas: 240
Preço: mais ou menos R$ 25,00
Sinopse pela Livraria Cultura:
“Penny Lane Bloom cansou de tentar, cansou de ser magoada e decidiu - homens são o inimigo. Exceto, claro, os únicos quatro caras que nunca decepcionaram uma garota - John, Paul, George e Ringo. E foi justamente nos Beatles que ela encontrou uma resposta à altura de sua indignação - Penny é fundadora e única afiliada do lonely hearts club - o lugar certo para a mulher que não precisa de namorados idiotas para ser feliz. Lá, ela sempre estará em primeiro lugar, e eles não são nem um pouco bem-vindos. O clube, é claro, vira o centro das atenções na escola McKinley. Penny, ao que tudo indica, não é a única aluna farta de ver as amigas mudarem completamente (quase sempre, para pior) só para agradar aos namorados, e de constatar que eles, na verdade, não estão nem aí para elas. Agora, todas querem fazer parte do lonely hearts club, e Penny é idolatrada por dezenas de meninas que não querem enxergar um namorado nem a quilômetros de distância.”

Zilhões de smacks, Odeth