sábado, junho 25, 2011

Ai pode!

Fazia um tempinho que eu tava querendo um lugar pra ouvir música. Desde o trágico acidente do meu mp3 em B.A., mas abafa que eu não quero nem lembrar disso. Eu até então tava ouvindo música no meu celular, mas o bichano sismou em dar pau nas músicas (helloooooo Odeth, celular é pra fazer ligações e não pra ouvir música). Fui com a Dri comprar o ipod dela e me como eu tava carecendo de um, comprei um preu. Eu empolguei a beça. Já coloquei mais de 700 músicas (tá imaginando 700 músicas da minha falta de gosto musical? Imagina não, que dói rs), 47 videos e já coloquei e tirei um mucado de aplicativos. Como não é em todo lugar que tem wi-fi, optei pelos aplicativos mais pelos aplicativos que não carecem de internet. E ai é só no teste-drive mesmo porque o site não avisa qual carece e qual não carece. Dos que eu coloquei poucos são uteis de verdade, mas fiz aqui uma seleção dos meus preferidos.



1- La PhotoCabine: Essa dica peguei com a Dri no post que ela fez sobre os aplicativos do ipod. Simplesmente adorei. Tira 4 fotos seguidas. Igual aquelas máquinas que a gente vê em filme.

2- Moleskine: A boa e velha (não tão velha, mas é que caderninho dentro da bolsa é sim um hábito antigo rs) Moleskine no seu formato digital. Tô apanhando um cadim dela, mas pelo menos não tô juntando papel na bolsa... rs.

3- ShopShop – Shopping List: Pra fazer lista de compras. Boa pro povo daqui em casa. Que sisma de ir no supermercado por exemplo comprar batata ai volta com detergente, laranja e saco de lixo... Enfim... Tudo: menos o raio da batata.

4- Cool Photo Colage: Pra fazer fotos panorâmicas. Muito legal.

5- IPaciência Free: Lembrei do meu avô, que amava jogar paciência. Versão virtual. Adorei.

6- Disney Worls Wait Times, Dining and Maps Free by UndercoverTourist.com: Mapas dos 4 parques Disney de Orlando. Adeus aquele monte de papel amassado na pochete.

7- My Check Please!: Esse é la pra fora. Nos EUA a gente paga a porcentagem do garçom um cadim mais caro e paga conforme o atendimento. Esse aplicativo calcula as porcentagens que você pode dar ao garçom lá.

8- Relax Melodies: A white noise ambiance for sleep, meditation & yoga: São sons pra dormir, meditar e fazer yoga. O que eu mais gostei é que tem vários tipos de barulho de chuva (@meninaquechove gradou).

9- Friends: O mais inútil de todos com certeza, mas é super divertido. São falas conhecidas dos personagens de Friends.

10- The Encyclopedia Of Back To The Future: Ok. Não tem muito sentido eu ter colocado nos preferidos, já que meu inglês é péssimo e a legenda é em japonês (oi... se o inglês é ruim, imagina o japonês... rs), mas tem um trailer, vá... De Volta Para O Futuro rocks.

11- Resta Um: Olha o jogo inútil na área. Adoro Resta Um.

12- ZombieBooth Lite: Esse se não me engano vi uma vez o @azaghal mostrar em um dos NerdOffice do Jovem Nerd. Se não me engano ele disse que era pra praticar o desapego. Transformando os amigos em zumbies. Rs. E é isso o que o aplicativo faz: transforma as fotos comuns em zumbies.
13- Jogo da Memória do @vaisonhando: Joguinho da memória básico. Tem a versão fácil e a difícil.

14- Camera Art FX Free: O que eu achei mais legal de todos. Filma e bate fotos em diversos tipos de cartoons.

15- Universal Orlando Maps Free: Mapa da Universal. Na verdade errei o aplicativo. Esse só tem o da Universal. Tem um outro que tem o da Universal (Orlando) e do Islands Od Adventures no mesmo aplicativo.

16- MiniSketch: Ok, eu fui uma das 200 milhões de crianças frustradas com Sketch na infância. Agora sou uma adulta frustrada com a versão virtual. Maneiro, né?

Bjim,
Odeth

sexta-feira, junho 24, 2011

Mozart e Beatles!

Esse post é sobre o mundo da música na tela do cinema e nas páginas de um livro. Quantas vezes eu já disse que eu não tenho gosto musical? Aqui no blog acho que nenhuma, mas isso tá gravado no perfil do meu Orkut:

“5- Eu sei: eu tenho um gosto musical inexistente, gosto de literatura de mulherzinha e um gosto cinematográfico que beira o bizarro. Se veio perder seu tempo me falando isso, não se incomode, eu sei disso tudo...”

E embora esse post seja sobre música, eu tô mais aqui pra falar sobre o meu gosto pra literatura de mulherzinha. Já já eu explico. Seguimos falando do gosto musical “tre bizarre” da “persona” que vos escreve. Sendo que meu gosto musical não é lá uma coisa bem definida, tô sempre querendo alcançar novos rumos. Reumindo: eu vou aonde o vento me leva. E o vento me levou a um filme sobre Mozart e a um livro que cita música dos Beatles.

Hello, Odeth! Explica essa história direito. Não foi bem assim que as coisas aconteceram. Conta tim-tim por tim-tim essa “embromeichon”.

Minha conciência não me deixa em paz mesmo, né? Vamos lá entonces. Lembram da época que a MTV era boa? Não? Coêncidência, nem eu! Mas enfim... A galera que é mais novinha não vai lembrar disso, mas houve uma época que sim, a MTV era um canal legal. Muito antes dela virar esse lixo que é hoje em dia. Não vão me pedir pra minha memória de peixe lembrar o ano, na época que a MTV era a tv mais legal do Brasil (oia eu forçando a amizade) a Astrid (Fontenele) apresentava um programa chamado “Pé na Cozinha” (se não me engano foi um dos último programas que ela apresentou lá) onde recebia um (ou mais – no caso dos Titãs eles foram divididos em dois programas) convidado e fazia um prato na cozinha e depois comiam. Simpático o esquema.

Um belo dia no programa estava o senhor Fernando, vulgo Dinho Ouro Preto (aquele moço que é vocalista do Capital Inicial rs) falando de um filme chamado “Amadeus” que fala sobre a vida do Mozart. Eu claro não ia dar muita confiança pro assunto. Não sou “apegada” a música clássica (o que dirá a Mozart – aliáis depois do filme cada vez menos apegada a Mozart, mas abafa), mas não fosse o senhor Fernando comparar ele a Antônio Salieri e Mozart a Renato Russo (“guardado as devidas proporções” – palavras do prório Dinho) que meu dia tava “estragado”. Eu tinha que ver esse filme de qualquer jeito. Fã da Legião é foda. Mozart não tem nada a vê com Renato, mas eu estava disposta a ver o raio do filme só por causa da comparação do Dinho.

Há um tempo atrás (uns dois anos – huahaauahaua – olha o exagero do ser humano) eu vi esse filme pra vender em promoção nas Lojas Americanas. Comprei, mas fiquei um tempão enrolando pra ver (talvez fosse medo por causa da comparação). Esses dias (semana passada) finalmente assisti ao filme. Depois que eu falar de como achei o livro que tem citações de músicas dos Beatles, eu dou meu parecer sobre o filme e sobre o livro separadamente (pra não virar uma zorra).

Descobri meio por um acaso que a Paula Pimenta tinha feito um blog para divulgar os blogs que faziam posts sobre a serie de livros dela, o blog tem o mesmo nome dos livros: Fazendo Meu Filme (ainda vou fazer um post sobre os livros dela) e por lá cai no maravilhoso mundo dos blogs sobre livros. É um mundo a parte mesmo. Visitei um mucado de blogs mesmo. Linkei os que eu mais gostei numa sessão nova daqui do blog que eu chamei de “Palavras” (é só procurar aqui do lado nos links). E fiquei sabendo de uns livros novos. Um dos livros que me chamou atenção a sinopse foi o “Lonely Hearts Club” (e eu confesso que adorei a capa). Confesso que eu não sou lá fã dos Beatles. Adoro Yellow Submarine por causa do filme e só. No entanto fiquei curiosa com o enredo... Enfim, lá fui eu ler o livro pra saber. Agora no post musical o filme e o livro em mais detalhes separadamente:

Bom… Vamos lá. Depois que eu assisti ao filme, entendi porque levei tanto tempo pra asssistir. Não é um filme que você tá lavando louça e de repente você pára pra assistir. “Amadeus” é um filme que você tem que acordar com o espírito dele. Não só porque é um filme longo (são 3 horas), mas por causa da música e por causa da carga emocional que o filme trás. O filme conta a vida do compositor Mozart. E seria um filme biografico qualquer se não fosse o ponto de vista abordado pelo filme. Em “Amadeus” vimos a vida de Mozart sendo contada por Antonio Salieri, que era outro compositor da época. E Salieri odiava Mozart (normal – assistindo ao filme, eu começei a odiar Mozart), mas o curioso é que ao mesmo tempo que ele odiava, Salieri admirava Mozart. Salieri antes de tudo reconhecia o talento e a genialidade de Mozart. O que me fez lembrar o fã que matou John Lennon (por isso achei que cabia num post Mozart e os Beatles – não só pela música – essa relação de amor e ódio que a genialidade trás). E Salieri de fato (segundo o filme) chegou a planejar a morte de Mozart. As vezes o espectador tem as mesmas sensações que o padre para qual Salieri conta a relação dele com Mozart. É como se isso nos transportasse pra dentro do filme. E isso é fantástico. Salieri é fantástico. A cena em que ele se rebela contra Deus por causa da então genialidade sem sentido de Mozart é forte, impactante. É de mexer com nossa espirituosidade. Sensacional. Todas as estrelas do mundo pro filme. E a curiosidade inutil é que quando Salieri resolve ir “pro lado negro da força” (se é que eu posso dizer isso de fato), ele envia anonimamente uma empregada pra casa de Mozart paga por ele pra vasculhar a vida do rival, essa empregada era vivida por ninguém mais, ninguém menos pela na época jovem Cynthia Nixon (a atriz que anos mais tarde ficou conhecida como a Miranda do seriado “Sex And The City”). Só sei que terminei o filme declarando que amo Antonio Salieri. Simples assim.

Informações:
Duração: 160 minutos
Gênero: Drama
Classificação: 14 anos (contém confitos psicológicos)
Ano de lançamento: 1985
Sinopse pelo Filmow:
“Amadeus é uma adaptação da peça sobre a vida de Mozart, o gênio da música.
A história foca em Salieri (Abraham), músico contemporâneo de Mozart (Tom Hulce) que, ao mesmo tempo em que admira e inveja o talento do compositor, o despreza por seu comportanto grosseiro.
Salieri se pergunta por que Deus deu tamanho talento a alguém tão vulgar, enquanto ele, esforçado e devoto, está tão aquém de tal genialidade.
A inveja torna Salieri um rival, disposto a usar sua influência na corte de Viena para sabotar Mozart.”

Yepi: literatura de mulherzinha de primeira qualidade, mas sim: literatura de mulherzinha. Conforme o tempo que tiver pra ler, se lê rapidão. Só não li mais rápido porque me envolvi tanto e não queria que o livro acabasse nunca. Confesso: chorei horrores. A história e o final são mais do que previsíveis, mas não deixam de ser emocionantes. O livro conta a história de uma uma menina cujo os pais são fãs dos Beatles e batizaram as 3 filhas com nomes de músicas da banda. A menina chama Penny Lane. Após pegar o namorado com outra, Penny resolve criar um clube baseado no álbum dos Beatles (já que ela mesma também é fã): “Lonely Hearts Club”. O clube que inicicialmente só tinha ela, vai crescendo e incomodando os garotos do colégio e até o diretor. O intuito do clube é se divertir com as amigas, sem precisar dos garotos que só lhe partem o coração e atrapalham a vida. Óbvio que no meio disso tudo ela se apaixona. O livro trás citações de músicas dos Beatles. Emocionante. Terminei de ler o livro com vontade de ouvir “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”.

Informações:
Autor(a): Elizabeth Eulberg
Tradutor(a): Marina Vargas
Editora: Intrínseca
Ano de Lançamento: 2011
Número de páginas: 240
Preço: mais ou menos R$ 25,00
Sinopse pela Livraria Cultura:
“Penny Lane Bloom cansou de tentar, cansou de ser magoada e decidiu - homens são o inimigo. Exceto, claro, os únicos quatro caras que nunca decepcionaram uma garota - John, Paul, George e Ringo. E foi justamente nos Beatles que ela encontrou uma resposta à altura de sua indignação - Penny é fundadora e única afiliada do lonely hearts club - o lugar certo para a mulher que não precisa de namorados idiotas para ser feliz. Lá, ela sempre estará em primeiro lugar, e eles não são nem um pouco bem-vindos. O clube, é claro, vira o centro das atenções na escola McKinley. Penny, ao que tudo indica, não é a única aluna farta de ver as amigas mudarem completamente (quase sempre, para pior) só para agradar aos namorados, e de constatar que eles, na verdade, não estão nem aí para elas. Agora, todas querem fazer parte do lonely hearts club, e Penny é idolatrada por dezenas de meninas que não querem enxergar um namorado nem a quilômetros de distância.”

Zilhões de smacks, Odeth

quinta-feira, junho 23, 2011

Promoções!

Participando e divulgando:


















Smacks, Odeth

segunda-feira, junho 20, 2011

I'm Gleek!


Bom... Antes de tudo é bom explicar que quem me conhece (e eu já escrevi isso aqui no blog) sabe que eu não sou extamente o tipo de pessoa "apegada" a musicais. Acho muito difícil a mesclagem do enredo com as músicas e que sejam todas músicas de boa qualidade. Por isso sempre destaco "Grease" na categoria de musicais bem-sucedidos. "Glee" pensando nisso a cada episódio faz a escolha do repertório cada vez mais digamos "popular".

E achava eu que era só pela escolha acertada das músicas que "Glee" havia me cativado. No entanto fui ler “Glee - Guia Da Serie - Não Deixe De Acreditar” (De Erin Balser & Suzanne Gardner, no Brasil lançado pela Rai Editora, 304 páginas, preço mais ou menos R$ 36,00) e descobri que tinha muito nais coisa por trás do seriado. Em primeiríssimo lugar acho muito importante que esse livro é um dos melhores guias que já li sobre qualquer coisa. As autoras sendo fãs da série poderiam escrever um livro chato e cheio de babações de ovo em geral, mas não é o que acontece. Elas mostram também os defeitos da série. E já que gostei tanto do livro, também não vou ficar na babação. Acho que como são são duas mulheres escrevendo, há uma falta de compressão sobre os personagens masculinos da série (o que talvez dificulte os homens a gostarem do livro).

No livro descobri que um dos produtores de Glee é o mesmo que produzia uma série que eu gostava muito que foi exibida de 1999 até 2001 chamada "Popular", que infelizmente foi cancelada no meio da segunda temporada. O livro aliais faz muitas comparações entre "Popular" e "Glee". De fato de bem analisado ambos os seriados tem muito mais em comum do que a escola de pano de fundo e temo eu que "Glee" repita os mesmos erros de "Popular".

"Popular" quando estreiou era uma tipica serie adolescente americana. High School, grupos rivais, enfim... Sem muita destinção de um "Barrados do Baile" da vida. Lá pelo final da primeira temporada os produtores encanaram com isso e resolveram dar uma guinada na história. As histórias foram ficando cada vez mais pesadas. É como se mudassem de um "High School Musical" (no caso sem a música... rs) para um "Aos Treze". O programa foi cancelado quando um dos personagens estava pra morrer de câncer. Acho legal a proposta, mas pra fins comerciais, tem que se "enxergar" que uma pessoa que liga a tv pra ver "Barrados do Baile" não vai querer ver de uma hora pra outra por exemplo sei lá... Fala o nome de um seriado bem dramático ai (não me veio nenhum em mente). Até tem gente que goste das duas coisas (eu sou o caso - que continuei assistindo "Popular" o quanto drama tivesse), mas é um público muito específico.

E "Glee" as vezes me dá a sensação de estar caindo nesse mesmo erro. O foco do seriado é a música, mas nessa segunda temporada, vejo eles querendo focar mais nos dramas dos personagens. Oi??? Cade a parte de que isso já foi feito antes por um de vocês e já não deu certo antes? Espero que eu esteja errada.
Mas de verdade uma coisa que eu gosto muito em "Glee" (que por sinal é uma coisa que eu queria há tempos ver ou na tv ou nos cinemas) são os atores. Não sei como falar isso sem ficar esquisito, mas eles tem caras de pessoas normais. Não são esses plastificados que a gente vê na tv e no cinema normalmente. Eles tem jeito de pessoas que a gente acha que poderia encontrar no meio da rua. Até o "galã" tem cara de gente normal. E isso aproxima do público. :)

Outro ponto alto da série pra mim é a “vilã”: Sue Sylvester. Sue tinha tudo pra ser uma vilãzinha qualquer de quinta, mas quando descobrimos a relação da personagem com a irmã, pode-se dizer que foi uma jogada de mestre. Humanizou a personagem. Em parte por causa do carisma da atriz Jane Lynch (quem assiste “Two and a half men” conhece a cara da Jane há tempos, ela faz a terapeuta do Charlie – e em breve fara uma participação em “I-Carly” como mãe da Sam). Pra mim Sue é uma vilã que se iguala a Darth Vader (de “Star Wars” – o melhor vilão de todos os tempos).

Pra encerrar o post resolvi fazer uma seleção de musicais da primeira temporada que eu destaco.

Episódio: “Coreohairfia” (Hairography)
Número do episódio: 1.11
Música: “Imagine” , John Lennon
Quem canta: Haverbrook School For The Deaf Show Choir
Porque escolhi: Evitando o clichê de escolher primeiro uma música apresentada pelo New Directions, começamos pela concorrência. O fato é que eu amo esse episódio inteiro. E a apresentação do Haverbrook School For The Deaf Show Choir pra “Imagine” é de chorar (eu chorei a primeira vez que vi). Uma tocante apresentação onde o New Directions se juntam a eles.



Episódio: “Coreohairfia” (Hairography)
Número do episódio: 1.11
Música: “True Colors” , Cindy Lauper
Quem canta: New Directions
Porque escolhi: Então... Eu disse que amo o episódio, não é mesmo?!? Por mim colocava todas as músicas desse episódio, mas eu amo “True Colors” e achei que foi uma das apresentações mais bonitas do New Directions. Simples, porém bonita.



Episódio: “Piloto”
Número do episódio: 1.01
Música: “Rehab” , Amy Winehouse
Quem canta: Vocal Adrenaline
Porque escolhi: Falando na concorrência de verdade do New Directions, é do Vocal Adrenaline que estamos falando. E foi a apresentação do primeiro episódio que eu mais gostei (nada a ver com o romance Rachel e Jesse que ocorrerá mais pra frente).



Episódio: “Acafellas”
Número do episódio: 1.03
Música: “I Wanna Sex You Up” , Color me Badd
Quem canta: Acafellas
Porque escolhi: Video mesmo não achei nenhum do Acafellas, mas queria porque queria colocar uma música deles aqui. Uma pena que o projeo do Will não tenha durado mais que um episódio, mas ainda assim acho fantástico.



Episódio: “Era Uma Vez Um Colchão” (Mattress)
Número do episódio: 1.12
Música: “Jump” , Van Halen
Quem canta: New Directions
Porque escolhi: É uma das músicas do Glee que eu mais ouço. A preferida do meu iphod. E eu simplesmente amo o clipe.



Episódio: “O Poder de Madonna” (The Power Of Madonna)
Número do episódio: 1.15
Música: “Vogue” , Madonna
Quem canta: Sue Silvester
Porque escolhi: Óbvio que eu tinha que escolher um video da Sue cantando. E como eu adoro a Madonna e no episódio foi idéia da Sue, vamos de Sue interpretando Madonna. Dei a sorte de achar um video comparativo com o original de “Vogue” com a versão da Sue e ficou quase igual.



Episódio: “Regionais” (Jouney)
Número do episódio: 1.22
Música: “Over The Rainbow” , Israel Kamakawiwo’ole
Quem canta: Will acompanhado por Puck no violão
Porque escolhi: É a última música da do último episódio da primeira temporada. É um jeito bonito de se terminar a temporada. Tendo em vista que lá no começo Puck era o cara que jogava o Artie na lixeira e mesmo a Quinn sendo uma grande vaca, vemos o quanto o Puck (e porque não dizer também que por tabela o Finn) aprendeu muito com a gravidez dela. E Will querendo ensinar (aos seus alunos e a Emma) aprendeu mais do que ensinou. É também essa minha música preferida do “Mágico de Oz”.



Meu beijo, Odeth

domingo, junho 12, 2011

Du e Nica!

Entonces... Por esses dias rolou pela web o clipe feito pela Vivo da música “Eduardo e Mônica”. Na condição de legionária, me senti na obrigação de fazer um post a respeito.
“Eduardo e Mônica” foi uma música importante na minha vida. Foi através dela que “cheguei” na Legião Urbana (e eu guardo o registro disso até hoje). E embora eu tenha tomado uma certa birra das letras do Renato da época do Trovador Solitário, Du e Nica (eu cresci ouvindo essa música e cresci os chamando assim) ainda tem um lugar especial em meu coração.

Abaixo o video da Vivo e um outro video com o making off e uma entrevista com o Dado (Villa-Lobos):





Embora muito legal, a idéia não é exatamente original. Muita gente já fez coisas muito legais com base em “Eduardo e Mônica”. E vou colocar aqui no post as minhas preferidas.
O livro Imagem Do Som Rock-Pop Brasileiro – Volume 5 (do Felipe Taborda, publicado pela editora Globo, 179 página , de mais ou menos R$ 57,00) que trás artistas que transformaram músicas em obras de arte. Nesse livro há três músicas da Legião Urbana (“Geração Coca-Cola”, “Que País É Este” e “Eduardo e Mônica”) . A obra de “Eduardo e Mônica” foi feita por Axel Sande e segue abaixo:
Eu e Nica!
Outro video que eu adoro baseado na música foi feito pelo Peixe Aquático:



Um desenho do próprio Renato (Russo) de como ele imaginava o Eduardo e a Mônica:



A praça “Eduardo e Mônica” que fica em Brasília no parque da cidade. Onde tem uma enorme partitura da música:



E um texto que eu não sei de quem é a autoria, mas que embora critique o Renato, me agrada muito essa visão peculiar sobre Renato e seu feminismo exagerado. Esse texto é antigo e circulo muito pela net, quem descobrir a autoria, me avisa:

”A música Eduardo e Monica da banda Legião Urbana esconderia uma implicância com o sexo masculino?

O falecido Renato Russo era, sem dúvida, um ótimo músico e um excelente letrista. Escreveu verdadeiras obras de arte cheias de originalidade e sentimento. Como artista engajado que era, defendia veementemente seus pontos de vista nas letras que criava. E por isso mesmo, talvez algumas delas excedam a lógica e o bom senso. Como no caso da música Eduardo e Mônica, do álbum "Dois" da Legião Urbana, de 1986, onde a figura masculina (Eduardo) é tratada sempre como alienada e inconsciente, enquanto a feminina (Mônica) é a portadora de uma sabedoria e um estilo de vida evoluidíssimos. analisemos o que diz a letra.
Logo na segunda estrofe, o autor insinua que Eduardo seja preguiçoso e indolente (Eduardo abriu os olhos mas não quis se levantar; Ficou deitado e viu que horas eram) ao mesmo tempo que tenta dar uma imagem forte e charmosa à Mônica (enquanto Mônica tomava um conhaque noutro canto da cidade como eles disseram). Ora, se esta cena tiver se passado de manhã como é provável, Eduardo só estaria fazendo sua obrigação: acordar. Já Mônica revelaria-se uma cachaceira profissional, pois virar um conhaque antes do almoço é só para quem conhece muito bem o ofício.
Mais à frente, vemos Russo desenhar injustamente a personalidade de Eduardo de maneira frágil e imatura (Festa estranha, com gente esquisita). Bom, "Festa estranha" significa uma reunião de porra-loucas atrás de qualquer bagulho para poderem fugir da realidade com a desculpa esfarrapada de que são contra o sistema. "Gente esquisita" é, basicamente, um bando de sujeitos que têm o hábito gozado de dar a bunda após cinco minutos de conversa. Também são as garotas mais horrorosas da via-láctea. Enfim, esta era a tal "festa legal" em que Eduardo estava. O que mais ele podia fazer? Teve que encher a cara pra agüentar aquele pesadelo, como veremos a seguir.
Assim temos (- Eu não estou legal. Não agüento mais birita). Percebe-se que o jovem Eduardo não está familiarizado com a rotina traiçoeira do álcool. É um garoto puro e inocente, com a mente e o corpo sadios. Bem ao contrário de Mônica, uma notória bêbada sem-vergonha do underground.
Adiante, ficamos conhecendo o momento em que os dois protagonistas se encontraram (E a Mônica riu e quis saber um pouco mais Sobre o boyzinho que tentava impressionar). Vamos por partes: em "E a Mônica riu" nota-se uma atitude de pseudo-superioridade desumana de Mônica para com Eduardo. Ela ri de um bêbado inexperiente! Mais à frente, é bom esclarecer o que o autor preferiu maquiar. Onde lê-se "quis saber um pouco mais" leia-se" quis dar para"! É muita hipocrisia tentar passar uma imagem sofisticada da tal Mônica.
A verdade é que ela se sentiu bastante atraída pelo "boyzinho" que tentava impressionar"! É o máximo do preconceito leviano se referir ao singelo Eduardo como "boyzinho". Não é verdade. Caso fosse realmente um playboy, ele não teria ido se encontrar com Mônica de bicicleta, como consta na quarta estrofe (Se encontraram então no parque da cidade A Mônica de moto e o Eduardo de camelo). Se alguém aí age como boy, esta seria Mônica, que vai ao encontro pilotando uma ameaçadora motocicleta. Como é sabido, aos 16 (Ela era de Leão e ele tinha dezesseis) todo boyzinho já costuma roubar o carro do pai, principalmente para impressionar uma maria-gasolina como Mônica.
E tem mais: se Eduardo fosse mesmo um playboy, teria penetrado com sua galera na tal festa, quebraria tudo e ia encher de porrada o esquisitão mais fraquinho de todos na frente de todo mundo, valeu?
Na ocasião do seu primeiro encontro, vemos Mônica impor suas preferências, uma constante durante toda a letra, em oposição a uma humilde proposta do afável Eduardo (O Eduardo sugeriu uma lanchonete Mas a Mônica queria ver filme do Godard). Atitude esta, nada democrática para quem se julga uma liberal.
Na verdade, Mônica é o que se convencionou chamar de P.I.M.B.A (Pseudo Intelectual Metido à Besta e Associados, ou seja, intelectuerdas, alternativos, cabeças e viadinhos vestidos de preto em geral), que acham que todo filme americano é ruim e o que é bom mesmo é filme europeu, de preferência francês, preto e branco, arrastado para caralho e com bastante cenas de baitolagem.
Em seguida Russo utiliza o eufemismo "menina" para se referir suavemente à Mônica (O Eduardo achou estranho e melhor não comentar. Mas a menina tinha tinta no cabelo). Menina? Pudim de cachaça seria mais adequado. Ainda há pouco vimos Mônica virar um Dreher na goela logo no café da manhã e ele ainda a chama de menina? Além disto, se Mônica pinta o cabelo é porque é uma balzaca querendo fisgar um garotão viril. Ou então porque é uma baranga escrota.
O autor insiste em retratar Mônica como uma gênia sem par. (Ela fazia Medicina e falava alemão) e Eduardo como um idiota retardado (E ele ainda nas aulinhas de inglês). Note a comparação de intelecto entre o casal: ela domina o idioma germânico, sabidamente de difícil aprendizado, já tendo superado o vestibular altamente concorrido para Medicina. Ele, miseravelmente, tem que tomar aulas para poder balbuciar "iéis", "nou" e "mai neime is Eduardo"! Incomoda como são usadas as palavras "ainda" e "aulinhas", para refletir idéias de atraso intelectual e coisa sem valor, respectivamente.
Na seqüência, ficamos a par das opções culturais dos dois (Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus, De Van Gogh e dos Mutantes, De Caetano e de Rimbaud). Temos nesta lista um desfile de ícones dos P.I.M.B.A., muito usados por quem acha que pertence a uma falsa elite cultural. Por exemplo, é tamanha uma pretensa intimidade com o poeta Manuel de Souza Carneiro Bandeira Filho, que usou-se a expressão "do Bandeira". Francamente, "Bandeira" é aquele juiz que fica apitando impedimento na lateral do campo. O sujeito mais normal dessa moçada aí cortou a orelha por causa de uma sirigaita qualquer. Já viu o nível, né? Só porra-louca de primeira. Tem um outro peroba aí que tem coragem de rimar "Êta" com "Tiêta" e neguinho ainda diz que ele é gênio!
Mais uma vez insinua-se que Eduardo seja um imbecil acéfalo (E o Eduardo gostava de novela) e crianção (E jogava futebol de botão com seu avô). A bem da verdade, Eduardo é um exemplo. Que adolescente de hoje costuma dar atenção a um idoso? Ele poderia estar jogando videogame com garotos de sua idade ou tentando espiar a empregada tomar banho pelo buraco da fechadura, mas não. Preferia a companhia do avô em um prosaico jogo de botões! É de tocar o coração. E como esse gesto magnânimo foi usado na letra? Foi só para passar a imagem de Eduardo como um paspalho energúmeno. É óbvio, para o autor, o homem não sabe de nada. Mulher sim, é maturidade pura.
Continuando, temos (Ela falava coisas sobre o Planalto Central, Também magia e meditação). Falava merda, isso sim! Nesses assuntos esotéricos é onde se escondem os maiores picaretas do mundo. Qualquer chimpanzé lobotomizado pode grunhir qualquer absurdo que ninguém vai contestar. Por que? Porque não se pode provar absolutamente nada. Vale tudo! É o samba do crioulo doido. E quem foi cair nessa conversa mole jogada por Mônica? Eduardo é claro, o bem intencionado de plantão. E ainda temos mais um achincalhe ao garoto (E o Eduardo ainda estava no esquema escola - cinema - clube – televisão). O que o Sr. Russo queria? Que o esquema fosse "bar da esquina - terreiro de macumba - sauna gay - delegacia"?? E qual é o problema de se ir a escola?!?
Em seguida, já se nota que Eduardo está dominado pela cultura imposta por Mônica (Eduardo e Mônica fizeram natação, fotografia, teatro, artesanato e foram viajar). Por ordem:
1) Teatro e artesanato não costumam pagar muito imposto.
2) Teatro e artesanato não são lá as coisas mais úteis do mundo.
3) Quer saber? Teatro e artesanato é coisa de viado!!!
Agora temos os versos mais cretinos de toda a letra (A Mônica explicava pro Eduardo Coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar). Mais uma vez, aquela lengalenga esotérica que não leva a lugar algum. Vejamos: Mônica trabalha na previsão do tempo? Não. Mônica é geóloga? Não. Mônica é professora de química? Não. A porra da Mônica é alguma aviadora? Também não. Então que diabos uma motoqueira transviada pode ensinar sobre céu, terra, água e ar que uma muriçoca não saiba?
Novamente, Eduardo é retratado como um debilóide pueril capaz de comprar alegremente a Torre Eiffel após ser convencido deste grande negócio pelo caô mais furado do mundo. Santa inocência... Ainda em (Ele aprendeu a beber), não precisa ser muito esperto pra sacar com quem... é claro, com a campeã do alambique! Eduardo poderia ter aprendido coisas mais úteis, como o código morse ou as capitais da Europa, mas não. Acharam melhor ensinar para o rapaz como encher a cara de pinga. Muito bem, Mônica! Grande contribuição!
Depois, temos (deixou o cabelo crescer). Pobre Eduardo. Àquela altura, estava crente que deixar crescer o cabelo o diferenciaria dos outros na sociedade. Isso sim é que é ativismo pessoal. Já dá pra ver aí o estrago causado por Mônica na cabeça do iludido Eduardo.
Sempre à frente em tudo, Mônica se forma quando Eduardo, o eterno micróbio, consegue entrar na universidade (E ela se formou no mesmo mês em que ele passou no vestibular). Por esse ritmo, quando Eduardo conseguir o diploma, Mônica deverá estar ganhando o seu oitavo prêmio Nobel.
Outra prova da parcialidade do autor está em (porque o filhinho do Eduardo tá de recuperação). É interessante notar que é o filho do Eduardo e não de Mônica, que ficou de segunda época. Em suma, puxou ao pai e é burro que nem uma porta.
O que realmente impressiona nesta letra é a presença constante de um sexismo estereotipado. O homem é retratado como sendo um simplório alienado que só é salvo de uma vida medíocre e previsível graças a uma mulher naturalmente evoluída e oriunda de uma cultura alternativa redentora. Nesta visão está incutida a idéia absurda que o feminino é superior e o masculino, inferior. É sabido que em todas culturas e povos existentes o homem sempre oprimiu a mulher. Porém, isso não significa, em hipótese alguma, que estas sejam melhores que os homens. São apenas diferentes. Se desde o começo dos tempos o sexo feminino fosse o dominador e o masculino o subjugado, os mesmos erros teriam sido cometidos de uma maneira ou de outra. Por que? Ora, porque tanto homens quanto mulheres e colunistas sociais fazem parte da famigerada raça humana. E é aí que sempre morou o perigo. Não importa que seja Eduardo, Mônica ou até... Renato!”
No mais... Era isso... Glee fica pra próxima.
Meu beijo, Odeth

segunda-feira, maio 23, 2011

HP!

Sevie e suas coisinhas!
Hello... Entonces... Eu ia escrever sobre o Mágico (de Nós), mas como tinha me prometido um outro post sobre HP, bora adiar e falar de outros mágicos... rs (tá eu sei, foi péssimo). A intenção quando pensei em escrever esse post era escrever a minha visão sobre cada um dos personagens de HP (ao menos os principais e os polêmicos), mas fui desanimando. Contudo o post não podia ficar pra trás. E como há algum tempo terminei de ler os livros, fiquei com muita vontade de falar de alguns personagens (queria mesmo falar do Percy e do Draco e da ligação que eu enxergo entre eles nos livros, mas ia ficar sem sentido). E era preu falar também porque durante tanto tempo eu resisti ao fenômeno HP e porque depois de tanto tempo me rendi a ele, mas acho que esse pedacinho não tem muita explicação. Achei de fato que eu não ia gostar e só voltei a minha atenção pra esse mundo por causa da criação do The Wizarding World of Harry Potter no IOA. Se fosse apenas uma atração, eu acredito que continuaria não dando bola, mas com uma parte toda dedicada, não pude tapar o sol com a peneira. Fui lendo e fui gostando. E fui assistindo e gostando também. E por ai já se sabe onde se vai parar. O que eu acho mais legal nos livros é a relação intensa entre os personagens. O lance da magia é até bacanudo, mas o que me fascinou nesse mundo foi a interação dos personagens. Então pra inventar moda bolei um micro questionário e vou responde-lo (sem muita explicação). A destinção que faço entre os personagens nos livros e nos filmes é porque muitos deles tem diferenças enormes. Seja porque o ator que representa o personagem as vezes é mais carismático que o próprio personagem (o caso de Gary Oldman – que como assisti aos filmes antes, ele me “enganou” me fazendo acreditar que Sirius Black é um cara legal – desculpa ai quem acha Sirius um cara legal, mas eu não acho, não), as vezes porque a descrição do personagem não combina com o ator (oi? Alan Rickman! Severo Snape no livro é um dragão e na hora de contratarem o ator pra fazer o homem feio da história, chamam o maior filé da Inglaterra) ou até mesmo por cortes na história personagens que aparecem muito no livro as vezes somem ou aparecem bem pouco nos filmes (buaaaaaaaaa... Eu quero Winkie nos filmes). Mas taí o post:

Personagem preferido nos livros: Molly Weasley. Pensei muito em responder Luna Lovegood (que é a personagem com quem eu mais me identifico) ou Jorge Weasley (o personagem mais adorável dos livros) ou até mesmo Severus Snape (persoanegm que eu tenho uma certa obsessão), mas só Molly me faz chorar e me faz rir nos livros. Um vulcão de sentimentos.

Personagem preferido nos filmes: Severus Snape. E embora eu adore a interpretação do Alan Rickman, ainda torço bastante o nariz pra escalação dele pro Snape. Porque... oi???? Snape é feio pra danar no livro e talz. E mesmo que Snape fosse o vilão (o que não é) e se fosse um traidor e se não fosse herói e nem nada, é impossível não gostar de um personagem que o Alan Rickman esteja interpretando.

Personagem mais odiado nos livros: Percy Weasley. O mais sacana dos personagens. Eu gostaria de odiá-lo nos filmes também, mas o dito cujo mal aparece.

Personagem mais odiado nos filmes: Na falta de um Percy Weasley, vamos de Dolores Umbridge mesmo. Embora eu seja contra odiar um personagem que nasceu pra ser odiado, mas enfim...

Livro preferido: Sem pensar duas vezes “A Ordem da Fênix”. Não só porque é o livro em que a Luna aparece, mas também é porque o livro em que fico livre de Sirius Black (é realmente eu não grado dele).

Filme preferido: Depois que se lê os livros acho difícil gostar de um dos filmes inteiros. Embora tenham destruido o que eu acho a melhor cena de todos os livros, ainda acho “O Enigma do Príncipe” o melhor dos filmes.

Livro que menos gosto: Esse a resposta também está na ponta da língua, “Relíquias da Morte”. Trechos do “Cálice de Fogo” não me agradam, mas “Relíquias da Morte” estrapola nos momentos “alôoooo noçãoo???”. Se eu listar fica chato, mas entre tanta coisa que me indignou acho que “abro no fecho” foi o que mais me revoltou no final das contas.

Filme melhor adaptado: Com toda certeza do mundo foi “A Câmara Secreta”. Isso não tem nem o que se discutir.

Pior filme adaptado: “Cálice de Fogo” simplesmente porque transformaram a melhor parte do livro em segundos de filme. “Sacanagi”!

Melhor cena dos filmes: Snape dando “pedala” no Harry e no Ron no “Cálice de Fogo”. Embora eu goste muito da cena que eu batizei de “sorria para o lado Ron Weasley da vida” quando a Umbridge inspeciona a aula da McGonagall na “ordem da Fênix”. Um verdadeiro duelo de titãs.

Pior cena dos filmes: A cena do banheiro do “Enigma do Príncipe” porque oi??? O fato de uma personagem sair de cena no meio dela não quer dizer que na filmagem vocês podem sumir com ela. Eu quero Murta Que Geme naquele banheiro.

Melhor momento dos livros: Pra não falar novamente da cena do banheiro (a que arrancaram a Murta no filme), vou citar uma cena que eu choro a beça. No “Cálice de Fogo” logo depois da confusão no campeonato de quadribol, a Molly vem correndo e abraça o Fred e o Jorge que sairam de casa brigados com ela. Molly é a personagem que me faz chorar, que me faz rir. E essa cena em especial me tocou muito.

Pior momento dos livros: A morte da Tonks!

Nossa, como o post demorou a sair. Oxi, prometo (de pés juntos e dedos cruzados... rs) que não me demoro mais nesses posts. No próximo: Glee!
Bju, bju, bju,
Odeth

segunda-feira, março 28, 2011

Angustia!

As vezes fico me perguntando como ainda não ganhei de fato um certificado “Maria do Bairro” porque não é a toa que eu fiquei com o sugestivo codinome de Menina Que Chove. Sou chegada em um drama, admito. As lágrimas no caminho fizeram parte (ou eu não ganharia esse codinome), mas o tempo passou e passou e passou...

E olho pra trás e me faço tantas perguntas. Há anos quando a pessoa que eu mais odiava na face da terra, sim porque essa pessoa parecia ter nascido para infernizar minha vida... Enfim... No dia em que essa pessoa que não sei porque cargas d’água (não descobri até hoje e tenho a leve impressão que não irei descobrir NUNCA – ao menos se depender da minha coragem pra perguntar) resolveu se aproximar de mim para uma “amizade” (aquilo era amizade de fato? Estaria eu construindo relações em cima de fatos errados? Quem errou?)... Enfim... No dia em que essa pessoa se aproximou de mim para me dar uma tregua (em vez de enfernizar minha vida como de custume), nem ele e nem sabiamos onde isso iria parar e quais as consequências disso.

Aonde parou? No meio do caminho. Por que? É uma das perguntas que martelam em minha mente todos os dias (acho que nem um dia sequer de sua ausência me fez deixar de questionar isso) e eu simplesmente fico com cara de panguá e não sei responder. As consequências? Eu sinto todos os dias meu peito doer e minha cabeça latejar com a palavra angustia pregada. De concreto apenas um porta-retrato (odeio porta-retratos) perto da minha televisão.

E por que a angustia? Vou tentar explicar através de uma analogia. Suponhamos que eu seja uma criança de 5 anos de idade. O que eu mais quero é um pirulito. E eu ganho um pirulito bem gostoso, o melhor da minha vida (que eu não sei ainda que é o melhor porque eu só tenho 5 anos de idade). Mais ai eu tô feliz comendo meu pirulito e de repente um vilão de desenho animado qualquer vem e toma meu pirulito a força e leva com ele. Eu sou uma criança: choro! Por quanto tempo? A cada pirulito chupado a lembrança daquele que um dia foi tomado a força.

Tá, eu sei. Péssima analogia, mas capitaram? Se eu tinha 5 anos? Óbvio que não. Um cadim mais. Mas a essência da coisa está ai. Mas o tempo é cruel. O tempo passa e as pessoas mudam. Eu as vezes não me reconheço mais. Não sei qual a parte que é amadurecimento e qual a parte em si é cansaço. Falta de forças pra revidar (mas isso já é outra história). Eu vejo os “pingos” fora dos “is” e nem ao menos me vejo tendo iniciativa em dizer o que acho certo ou errado.

Uma vez no ponto máximo da sobriedade que minha existência me permitiu ousei falar com meu pai que “ pra que eu ia ficar pertendo meu tempo e minha saliva com uma pessoa que não tá interessada no que eu tenho a dizer?” e acho que cada vez tenha seguido esse auto conselho.

Uma pausa obrigatória para releitura. O sentimento de angustia é pleno, mas ainda assim não sei porque escrevi isso tudo. Não quero que ninguém me entenda porque eu mesma não consigo isso. Antigamente eu tinha a certeza de que podia saber o que queria, mas sabia o que não queria. Hoje em dia não me dou nem a esse luxo porque nem mesmo o que eu não quero eu sei mais. Talvez esse texto seja a maneira que eu encontrei de liberar um pouco da tensão em que tenho vivido.

Termino com o iching da minha adolescência, o Caixa Postal:
“Estou fazendo tudo errado. Eu não deveria estar lhe enviando um envelope amarelo fechado. Eu deveria lhe mandar um postal com um brilhante pôr-do-sol. Então, você o alfinetaria na parede de cortiça e teria um sol particular. Fico lhe devendo essa. Hoje estou chovendo” *

Odeth

OBS: * Trecho da carta do Leo pra Lala do livro “Caixa Postal 1989” da Angela Carneiro.
OBS 2: Quem sabe no próximo post um mágico apareça.