
quinta-feira, outubro 21, 2010
segunda-feira, outubro 18, 2010
Desejo de Halloween...
O fato de eu acreditar que toda mulher ter uma bruxa dentro de si, a fixação com os vilões já é um indicio que eu adoro essa coisa toda de halloween. Mas isso é uma explicação pra outro post. Um post que estou me prometendo escrever tem tempos sobre Chapolin e os vilões. Mas seguimos. O Chapolin também entra na história. Porém não agora.
Desde que descobri a existência de Mickey’s Not-So-Scary Halloween Party virou uma fixação minha. Por motivos óbvios criei um desejo de participar da festa. Ai fui pesquisar, pesquisar e cada vez mais com vontade de marcar presença. Até que no último dia 11 eu realizei essa vontade, esse sonho.
A festa mesmo começa às 19h, mas devido a ansiedade, as 17:30h eu já estava prontinha. Vestida de Chapolin (uma homenagem ao Roberto Bolaños nos episódios de Chaves e Chapolin onde se vendia uma revista que trazia um cupon para uma promoção infelizmente ficticia de ir para a Disney com o Chapolin Colorado ;) rs...) pra praça de alimentação do All Star Movies. Como catei a dica em algum lugar da web, repasso: não deixe para comer no parque. Coma antes. Você sentirá fome e não vale a pena gastar o tempo da festa comendo. Pedi uma chilli cheese fries (amor mais do que puro e viciante). Depois ainda fui na lojinha do hotel fazer um cadim de hora. Tava lá eu biscoitando um button da Izma quando ouço um grito em minha direção seguida da fala: “OH MY GOD! I loved your custom”. Rs. Seria a primeira empolgada da noite.
Depois dessa percebi que era hora de ir pro MK. Fui de Disney Transportation (que eu amo horrores), que chegou em poucos minutos, com uma família fantasiada de Os Incríveis. Quando entrei no Magic Kingdom eram cerca de 18:30h. Já tinha gente distribuindo as sacolinhas e a pulserinha da festa. O parque já estava enfeitado, mas aos poucos os funcionários com uniformes especiais de halloween iam aparecendo. Peguei o mapa e fui dar uma volta. A primeira apresentação da Boo-to-You (parada especial de Halloween) era as 20:15h. Lá pelas 19:30h eu voltei pra Main Street e já tava rolando um showzinho dos vilões no castelo da Cindi. Meu olhinho encheu d’água ao ver o Jafar. Assisti ao show, fui pro começo da Main Street ver as pessoas chegando fantasiadas.
Quando olho pro lado, a emoção: um casal fantasiado. Ele de Chapolin e ela de Chaves. ** Olhinho brilhando ** Dei um tchauzinho e fui curtir a festa. No início achei que aquela sacolinha que eles distribuiram na entrada meio grande. Achei que eu não ia conseguir nem a metade de doces. Mas aos poucos ela foi se enchendo.
No começo da festa os funcionários são meio pão-duros e dão poucos doces, mas mais pro final eles colocam as mãos cheias de doces. Fui em algumas atrações que estavam com 5 minutos de fila. A maior deveria ter 10 minutos. Enchi a sacolinha. Não levei lanterna porque esqueci de comprar no Wallmart (recomenda-se ir de lanterna pra quem quiser consultar o mapa), mas me me guiei pela intuição. E deu certo. O lugar de distruibuição de doces é sempre fácil de achar. Só procurar um balão iluminado da Goofy’s Candy Co. Assisti Hallowishes de boca aberta. Curti tanto as fantasias das pessoas. Senhorinhas fantasiadas de princesas. Meu olhinho encheu d’água de novo de ver as pessoas de todas as idades fantasias curtindo a brincadeira. E umas fantasias produzidas, elaboradas. Muitos americanos me perguntaram que raios era “CH” da minha blusa. Eu respondia sempre dizendo que é “a mexican hero”. Mexicanos, espanhóis e brasileiros ficaram felizes em ver o Chapolin na Disney. :D
Deu tempo de ir nas atrações que eu queria, de encher a sacola de doces, ver a parada e o show de fogos. Dava tempo também de pintar o rosto, mas eu já tava cansadinha. As 23h a segunda apresentação de Boo-To-You tava terminando. Pensei em ir embora mais cedo pra não pegar o busão lotado (a festa acaba meia noite), mas todo mundo teve a mesma idéia. Sai do parque realizada e com a sensação de quero voltar.
Mapa especial da festa, sacolinha que eles distribuiem pra pegar os doces, pulserinha da festa e panfleto com propaganda da festa
Todo mundo sentado esperando a Boo-To-You e funcionários de uniforme especial
Show dos vilões na frente do castelo da Cinderela
O balão iluminado da Goofy's Candy Co. indicando que ali se distribui doces
Os doces todos que eu peguei na festa
Ósculos e amplexos,
Odeth
quinta-feira, outubro 07, 2010
Serendipity!
Segundo o dicionário, serendipidade é:
Termo equivalente a descobrimento acidental, ou "atirar no que se vê e acertar no que não se vê". Baseia-se no conto "Os Três Príncipes de Serendip", que saíram pelo mundo em busca de alguma coisa; não descobriram exatamente o que procuravam, mas encontraram muitas outras possivelmente mais úteis do que as que buscavam.
Fala da Helena Ranaldi no filme “Bodas de Papel”:
“Há muitos e muitos anos existia um rei poderoso numa ilha do oriente. O rei tinha três filhos muito queridos que ele queria educar no caminho da virtude. Encontrou os melhores tutores do reino para ensinar a eles as artes e as ciências. E é assim que começa a lenda do três principes de Serendip. Você já ouviu essa palavra? Serendipity!?! Um escritor inglês quem inventou, Horace Walpole. Quando ele era menino, ele leu a lenda dos principes. Depois quando ele já era um escritor famoso, ele criou essa palavra. Serendipity. Significa o dom de fazer descobertas felizes por acaso. Por exemplo, você arrasta um sofá pra pegar umas moedas que cairam ali atrás e encontra um relógio que tinha sumido. Você sai pra comprar um presente de aniversário pra sua mãe e a vendedora da loja é a mulher da sua vida. Isso é serendipity.”
Serendipity é amor!
Um beijo na testa,
Odeth
quarta-feira, outubro 06, 2010
“É tudo improviso, vamô improvisá”...
Cheguei a 10ª apresentação que assistir do “Improvável” (como já disse: nada de com a nova gramática o “L” tem som de “is”). Pra minha alegria completei esse número em um teatro em que eu tenho muita história e que muitas alegrias me deu. Ainda não assisti o “Improvável” dos sonhos, mas trabalhar a frustração as vezes é bom, né? Como eu vivo repetindo: depois de que se assiste ao “Jogando no Quintal”, tudo fica pequeno (eu sou brasileira e não desisto nunca: vou ficar insistindo até todo mundo que eu conheço assistir). Então na minha lógica não é que o “Improvável” seja um espetáculo ruim, mas sim o fato que de nada é tão bom quanto o “Jogando”. É simples assim. Não é que eu não goste do “Improvável”, eu só não morro de amores.
Vou na base da repetição pra ver se sou compreendida. Os Barbixas estão saturados? Estão, mas não tira o mérito deles. Vamos ver se consigo explicar melhor: mesmo não sendo apaixonada, ao completar a 10ª apresentação que eu assistia do espetáculo, presenciei meu coração se encher de alegria. Motivo? O teatro lotado. Eu já disse que sou absurdamente apaixonada por teatro? Por aquela emoção ao vivo? Então, eu sou. Vejo um bando de adolescente hoje em dia fazendo merda. E quando eu vejo que jovens que podiam estar fazendo merda como os outros, em vez disso estão indo ao teatro prestigiar um produto nosso, me alegra e muito. E se alguma parte desse público ter interesse em outras peças por causa dos Barbixas, me tras uma felicidade imensa.
O problema é realmente assistindo o “Jogando” tudo fica pequeno? Não é implicância minha pelo fato dos Barbixas estarem saturados? Humor de improviso tem realmente graça? Essas questões me foram respondidas quando a convite de um amigo fui assistir o “Dez Improviso” (espetáculo de improvisação da cia “Deznecessários”). Realmente depois do “Jogando”, tudo fica pequeno. Implicância com o Barbixas de minha parte não há. O parágrafo acima comprova isso. Humor de improviso tem graça, mas tem que ser bem feito. Necessita muito estudo e treino. Porque subir num palco pra fazer qualquer coisa, desculpa, mas isso eu mesma podia fazer.
Humor de improviso virou moda assim como o stand-up e na moda todo mundo foi fazendo (ou melhor, achando que tava fazendo) e virou um troço que qualquer um faz, mesmo não sendo pra qualquer um fazer. O fato do baixo orçamento facilita as coisas. Umas cadeiras, uns microfones e está pronto o palco para o humor de improviso. Acredito na teoria do Bruno Mazzeo sobre o stand-up (que o mesmo sirva para o humor de improviso). Que será igual aos anos 80, onde surgiram sei lá, 200 bandas de rock. E o tempo foi passando, passando, passando... E só só tem umas 4, 5...
Em parte da minha implicância com o humor de improviso veio na verdade do Z.É (o Zenas Emprovisadas – grupo do Rio). Logo que meu interesse sobre o assunto surgiu, lá fui eu fazer uma das coisas que eu mais gosto de fazer: pesquisar. E sem muito esforço, achei o Z.É. A primeira esculhambação do Z.É. que me irritou o fato de misturarem esquetes com improviso. Separados já tem gente que confunde e não sabe diferenciar, imagina junto. E o segundo e mais importante motivo pra me irritar: a estensa lista de convidados. Jura que eles acham que aqueles 60 e poucos convidados são foda pra caralho? Alguns até realmente são, mas achar que todos são MUITO bons é foda de acreditar (desculpa o palavreado, eu vim de uma terra onde porra é sinônimo de virgula).
E um grande erro que venho notando nos grupos de improviso é uma falta de quimica em cena. E improviso é quimica. Você precisa ter uma ligação com a pessoa que está no palco com você para fazer uma improvisação de qualidade. Uma ligação para saber e pegar no ar o que o seu parceiro de cena tem em mente. Caso contrário não há improvisação. Só me resta esperar que a teoria do Mazzeo esteja certa.
Um beijo na testa, Odeth
terça-feira, outubro 05, 2010
Walt and Lilly!
If you can dream it, you can do it!
Mas vamos adiantar um pouco o tempo. Em 1989 eu era criança e não tinha idéia de nada. A idéia fora de minha mãe. E sem saber o que estava a acontecer, fui parar em um mundo de magia. Se eu lembro alguma coisa dessa viagem? Só uma coisa: lembro que como os milhares de guests que passam pelo Magic Kingdom e jogam uma moeda no lago do It’s Small World fazendo um desejo, eu joguei uma moedinha e pedi pra voltar. Naquele ano o MGM (hoje Disney’s Hollywood Studios) tinha recém aberto suas portas. E o bebê Animal Kingom (com apenas 12 anos de existência) nem sonhava em nascer.
E cresci com a fixação de voltar. Talvez a música melosa de It’s Small World tenha grudado de vez em mim. Ou quem sabe seria a emoção de ver o Brasil representado tão lindamente em um lugar tão longe. A minha fixação ainda não era com o marido da outra Lilly. Aliáis, eu nem sabia quem era Lilly. O encantamento surgiu quando fui assistir Alladim. E ai está a resposta de tudo. A Disney havia criado uma princesa que não era “fresca”. Jasmine era determinada e eu me encantei.
No começo da fusão entre Disney e Pixar os olhos começaram a brilhar. Aliaís, fôra um pouco antes. A Disney estava se reerguendo. Percebeu que tinha que fazer tudo para que seus guests ficassem o tempo máximo em seu complexo. Para isso além dos 4 parques temáticos, 2 parques aquáticos, um centro de compras e lazer (Downtown Disney), também foram criados 16 hotéis (administrados pela própria Disney e 2 hotéis que estão na propriedade, mas que são administrados por outros grupos), um ambiente para camping, campos de golf e spa.
Começei a pesquisar lentamente, bem lentamente. Passei pela crise da adolescência, cresci e descobri Ginha Nader. Para os não disneymaniacos, a Ginha é a maior referência para se falar de Disney no Brasil. Ela tem 8 livros publicados sobre Walt e seus parques. Tem uma história de vida belíssima e escreve com amor. É tão bonito vê-la descrever com Walt entrou em sua vida. Disney deveria ter conhecido ela porque com certeza ele se encantaria. Quem puder não deixe de ler “Walt Disney - Um Século de Sonho” da Ginha Nader, publicado pela editora Senac São Paulo.
E mais que os parques, a magia que só a Disney proporciona, a história do próprio Walt começou a me emocionar. Como aquele menino que cresceu sem praticamente nada em Marceline construi um império que poderia ter surgido de um coelho (Oswald), mas surgiu a artir de um ratinho. É preciso vivenciar para descobrir como Walt, Lilly, Diane e Sharon se transformaram. Salve Walt, Lilly, Dianey, Sharon e Roy.
Smacks, Odeth
segunda-feira, outubro 04, 2010
Chuva!
Mas antes de você ai do outro lado da tela do computador se animar em assistir, deixo dois avisos antes de você comprar o ingresso:
1- A Julia Roberts (protagonista do filme) é um mulher bonita que formou sua carreira no cinema como a rainha dos filmes água com açúcar. Mas a muito tempo ela já mostrou a que veio e consolidou uma carreira que prova que ela não é só um rostinho bonito em Hollywood (como tantas outras). É uma excelente atriz. E apesar do filme parecer ser apenas um filme de “mulherzinha” (nossa, como a Angela odeia quando eu uso esse termo, mas é o que é), o filme pode até cair um pouco no clima água com açúcar, mas o barato dele não é esse porque...
2- ... esse é um filme de mulher, feito por mulheres e para mulheres. Portanto nem pense em levar marido, namorado, amante ou coisa do tipo. Eles irão odiar e você sairá da sala do cinema frustrada. É um bom medidor de almas. É um jeito de saber se a sua alma é feminina, masculina ou se ela ainda está se trnsformando.
Chorei horrores talvez porque eu tenha me identificado e muito com a personagem. Porque entendo o quanto é difícil quando as pessoas que estão de fora (mesmo amigos e família que estão perto, estão de fora porque não sabem direito o que mexe dentro da gente) acham que temos uma vida perfeita, tranquila, quando na verdade tem um turbilhão de coisas acontecendo dentro da gente. E o filme fala mais do que uma indecisão, uma incerteza, o filme fala de angustia.
E angustia é um troço que dói (as vezes até fisicamente mesmo) e muitas vezes não há remédio que cure, não há palavra amiga que a console. É quando percebemos que não tem como as pessoas de quem gostamos e de que gostam da gente mudar alguma coisa, se nós mesmos não colocarmos a mão na massa. Se não quisermos fazer alguma coisa por nós mesmos, não o que ou quem faça nossa vida melhorar.
Outro ponto que me tocou foi que o destino. Ele é construido aos poucos e quando é pra doer, dói, mas a gente sempre se levanta mais forte depois de uma queda. Não importa se foi uma escolha sua ou alheia, o sentimendo de perda e a dor são iguais. Não importa se você é uma moça indiana que teve um casamento arranjado ou se você escolheu casar por vontade prórpia. Quando tudo começa a desmoronar, não importa de quem é a “culpa”, o sentimento é igual.
Não li o livro, mas acredito que seja zilhões de vezes mais tocante e emocionante. Preciso ler o livro, já.
“See you later, alligator”!
Kisses, Odeth
quarta-feira, setembro 08, 2010
#MBB2010
Foi com esse vestidinho simples com carinhas do Paul Frank que a Nina fez sua inscrição no #MBB2010. Ela ganhou o número 043. Antes da abertura, ela arrumou uma confusão com Cindyleia, já tudo se acalmou depois. Rs.

O tema da abertura era DESEJOS. E Nina desejou muito ser a vencedora na categoria BJD.

Foi na etapa traje de banho que o #MBB2010 começou de fato com avaliação dos juizes e Nina deu o que falar com essa foto.

Na etapa aptidão Nina mostrou que sabe e adora tocar violão. Mas já deixa de aviso: só toca Legião ;) rs.

A etapa seguinte era Carisma e Inteligência. Com alguma inteligência e nenhum carisma, Nina teve que responder um pequeno questionário.
1. Se você pudesse se resumir em uma unica palavra qual seria?
MARTE!
2. A musica da sua vida
Escolha Já Seu Nerd
Os Seminovos
O nerd de hoje é o cara rico de amanhã
O nerd de hoje é o cara lindo de amanhã
O nerd de hoje é o bom marido de amanhã
Garota, escolha já seu nerd!
Enquanto o bonitão está pegando você
O nerd está criando um software no PC
Enquanto o sarado malha na academia
O nerd está lendo as notícias do dia
Enquanto o bonitão tá na balada te chifrando
O nerd com certeza está em casa estudando
O curso superior do gostosão tá no início
E o nerd ganha em dólar no Vale do Silício
O nerd de hoje é o cara rico de amanhã
O nerd de hoje é o cara lindo de amanhã
O nerd de hoje é o bom marido de amanhã
Garota, escolha já seu nerd!
O nerd tem conserto, é só você ensinar
O penteado certo e a melhor roupa pra se usar
O saradão de hoje é o gordo de amanhã...
Parou de tomar bomba? Vai ter que usar sutiã!
O gostosão ainda sai no carro do pai
E o nerd é a atração de um workshop em Dubai
O gostosão te esquece quando vê um carro esporte
E o nerd está lá dentro com uma mulher de sorte
O nerd de hoje é o cara rico de amanhã
O nerd de hoje é o cara lindo de amanhã
O nerd de hoje é o bom marido de amanhã
Garota, escolha já seu nerd!
Imagine o nerd sem cabelo ensebado
Sem espinhas e sem colarinho abotoado
Sem o cinto social junto com tênis branco
Imagine o nerd com cinco milhões no banco!
O nerd de hoje é o cara rico de amanhã
O nerd de hoje é o cara lindo de amanhã
O nerd de hoje é o bom marido de amanhã
Garota, escolha já seu nerd!(x3)
3. Uma frase
Deus, isso não é um pedido de mudança de sexo, mas dai-me saco.
4. Porque você deve ganhar o MBB 2010?
Porque sem a Stephany (a absoluta) aqui no MBB, vocês vão é me curtir!
5. Qual seu maior desejo?
Achei que já tinha respondido isso na foto de abertura. Tsc, tsc, tsc...

E a etapa final foi Gala. Nina optou pela simplicidade de um reles vestidinho de Barbie. Rs. Mas fechou com chave de ouro.
Beijos meus e da Nina,
Odeth
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